quinta-feira, 25 de agosto de 2016

 CURVA DO ESQUECIMENTO

            Desenvolvida por um psicólogo alemão chamado Herman Ebbinghaus em 1885, a curva do esquecimento (Forgeting Curve) ilustra a capacidade do nosso cérebro em armazenar uma informação recém adquirida. Ebbinghaus  conseguiu, através de várias experiências, mensurar o efeito do tempo na memória. Tal psicólogo notou que, quanto mais o tempo passa, maior a tendência a nos esquecermos das informações que apreendemos. E o pior, isso não é proposital! Você não define o que quer lembrar. Por essas e outras que você lembra de algo que leu ou aconteceu com você há 10, 20 anos, mas não lembra algo que leu ontem sobre a lei 8666.
            Por isso, a estratégia de ler todos os livros não surtiu efeito, mesmo a pessoa se dedicando inteiramente àquilo. A informação simplesmente se perdeu na memória. Com certeza isso já aconteceu com você! Mesmo que esteja totalmente concentrado na leitura, se você ler 100 páginas de uma vez sobre um assunto novo, e for perguntado sobre algo da página 10, você provavelmente não se lembrará. Não adianta culpar sua memória ruim. Isso é supercomum.

            Felizmente, existem meios de se diminuir a curva do esquecimento, já que você nunca a eliminará completamente. O próprio Dr. Ebbinghaus que citou os mesmos:

Ø Os alunos aprendem de forma mais eficaz quando a absorção de informação é distribuída ao longo de um período de tempo, em vez de aprender tudo de uma vez.
Ø Quanto maior a quantidade e complexidade do material de aprendizagem, maior o tempo de absorção e prática envolvidos.
Ø Como regra geral, os alunos são mais suscetíveis a reaprender informações do que aprender um assunto pela primeira vez. Além disso, a cada revisão, o tempo de esquecimento diminui.
Ø É mais fácil para os alunos a memorizar novas informações que se ligam em situações do mundo real ou dia a dia. A informação também devem ser relevantes e significativas, se não elas tendem a ser esquecidas mais rapidamente.

 Por hoje é isso. Acompanhe-nos e fique por dentro de mais dicas de concurso! Valeu!

Adalberto


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

05 ZONAS DE CONFORTO NO ESTUDO PARA CONCURSOS PÚBLICOS


            E aí pessoal! Tudo bem? Escrevo este pequeno texto para desmascarar alguns mitos no estudo para concursos públicos. Adianto logo que são pensamentos um pouco radicais de um cara que estudou por 8 anos para concursos públicos dos mais diversos níveis de dificuldade, e já testou inúmeros métodos de estudo, mas que não tem a mínima pretensão de ser o dono da verdade, então fiquem a vontade para discordar e postar seus comentários.

            Eu tenho certeza ABSOLUTA que você já caiu em uma destas zonas de conforto que vou citar aqui. Não só vou citá-las, como também vou explicar o porquê de elas serem zonas de conforto, e os motivos pelos quais devemos fugir delas.
            Tentarei seguir uma ordem cronológica, mas, a depender do aluno e da evolução de seus “métodos”, tal ordem pode variar.

            Pois bem, vamos lá.
           
            1ª - CURSINHOS

            Você que estuda para concursos com certeza se matriculou em algum cursinho alguma vez na sua vida concurseira. Pode não ter concluído, pode ter feito uma ou duas aulas, mas já aderiu, nem que seja só aquele pra 2ª fase da OAB.

            Por que é zona de conforto? Simplesmente porque você acha que não é capaz de fazer por si só, e acha que o cursinho será sua salvação, porque ele te dará aquela base para depois engrenar. O cursinho não deve ser sua salvação, e sim, no máximo, UM COMPLEMENTO NA SUA PREPARAÇÃO.

            Vamos lá. Primeiramente, os cursinhos em geral, a despeito do que você vê nas propagandas por aí, tem um índice de aprovação baixíssimo. Normalmente, menos de 2%. Uns mais, outros menos. Mas  a média é essa. O segundo problema é que, mesmo que os cursinhos quisessem, é impossível oferecer um serviço satisfatório que abranja todos os NÍVEIS de conhecimento de cada aluno. Dito de outra maneira. Não há como dar uma aula pra mil pessoas online (ou até mesmo, para 50 pessoas numa sala de aula) e imaginar que eles terão a mesma apreensão. Isto vai depender da capacidade cognitiva de cada um, do nível de concentração, e da experiência do aluno com aquela matéria, entre outros fatores. Portanto, se você quer realmente aprender, precisa buscar o método mais adequado às suas características! Não é o cursinho que deve impor isso. E sim você deve buscar o que é mais compatível com seu nível de aprendizado para cada matéria, e, principalmente, com o tempo que tens para estudar. Disto deriva o terceiro motivo para você fugir desta zona de conforto: o CUSTO-BENEFÍCIO do estudo de cursinhos é muito ruim.

            Explico. O tempo que você gasta assistindo uma aula de cursinho poderia ser MUITO MELHOR APROVEITADO, seja lendo uma lei seca, seja vendo alguma resumo da matéria, seja resolvendo questões. Este tripé que te levará à excelência, e o cursinho, por tomar seu tempo, acaba te privando de fazer isso com maestria. Perceba que nem falei dos VALORES ESTRATOSFÉRICOS cobrados pelos cursinhos. Portanto, poupe seu dinheiro e direcione seus estudos. 
           
            2ª - ESTUDAR DA FORMA QUE GOSTA
           
            É consenso que a maior parte das pessoas estuda por obrigação, seja pra passar em concursos, seja no seu trabalho, seja na escola, etc. Difícil alguém estudar por lazer. Em virtude de ser uma obrigação, a tendência é que busquemos métodos menos chatos para que o tempo passe de uma maneira mais agradável. No estudo para concursos públicos, isto acontece bastante com os cursinhos (já mencionamos acima), com os livros, ou, no caso de concursos da área jurídica, com os INFORMATIVOS (o preferido de muita gente, pois fala de casos concretos, mas que, estatisticamente, é o que cai menos nas provas de concurso, quando comparados à lei e à doutrina).
            Quem gosta de ler as leis secas? Eu, sinceramente, ao longo de meus oito anos como 
concurseiro, e nesse quase um ano orientando outras pessoas, não conheci sequer uma pessoa que gostasse. Mas, entre os que foram aprovados, eu diria que o maior objeto de estudo de mais de 90% deles era a lei seca. E por que? Simplesmente porque é o que mais cai nos concursos públicos! Simples mesmo.

            E porque isto é zona de conforto?
            Porque imaginamos que, estudando por livros e cursinhos, que são mais palpáveis, vamos suprir a lei seca. Ledo engano. E isto não é inteligente pelo fato de a lei ser a fonte de estudo mais curta para você acertar o maior número de questões numa prova! Com certeza sei que você sabe disso. Você só tem ‘preguiça’ de estudar porque é chato. Mas te digo uma coisa: estudo para concurso não tem que ser “legal”! Tem que ser o necessário para você passar! Por isso, fuja disso e comece a usar seu Vade Mecum.
           
            3ª - ESTUDAR AS MATÉRIAS QUE GOSTA
                 
                  Fala a verdade. Você nunca pensou que estudando o que você mais gosta você acertaria mais questões na prova e consequentemente isso compensaria aquela matéria chata que você vai acertar apenas algumas no chute? Isto é um pensamento super normal. Mas nada mais é do que outra zona de conforto.
                  E porquê é uma zona de conforto?
                  Porque você tenta justificar a si mesmo a ausência de matérias que você não gosta e sabe que precisa estudar.

                  Por que devemos fugir?
                  Tem relação com a horizontalização do conhecimento. O problema que pouca gente percebe é que, por mais que você estude o que gosta, e seja bom nessa matéria, não é garantia de você acertar todas as questões daquela matéria. Basta cair aquele assunto absurdo que ninguém sabe, ou você errar a interpretação de determinado item, e seu plano vai por água abaixo. Isto porque, ao negligenciar aquelas outras matérias, você vai errar quase todas as questões dela. Agora pensemos o contrário. Vamos supor que você é bom em uma matéria e se force a estudar a matéria que você não gosta. Pelo menos o BÁSICO DELA. Dessa maneira, você vai continuar a acertar as questões da matéria que gosta, e vai acertar, PELO MENOS, as questões fáceis da matéria que você não gosta, e assim aumentará seu aproveitamento.

                  4ª - FAZER QUESTÕES DE ASSUNTOS QUE ACABOU DE ESTUDAR

                  Eu tenho 99,99% de certeza que você já esteve ou está nesta zona de conforto. Estuda um determinado assunto, vai pro qconcursos ou algo que o valha, seleciona aquele assunto, e começa a resolver questões dele. Isto quando você resolve questões. Se você não resolve, o problema é mais sério do que imaginamos. Vale dizer que essa ideia de fazer questões só do que estudou, essencialmente como “exercícios de fixação”, vem desde a época do colégio, onde tínhamos uma prova em que caía apenas determinados assuntos. Dessa forma, estudávamos aqueles assuntos, fazíamos questões deles, e íamos pra prova. Na faculdade acontecia a mesma coisa, com as diversas cadeiras, em que abrangiam apenas alguns assuntos. O problema é que no concurso público, cai tudo!
                 
                  Por quê é zona de conforto?
                  Porque você vai acertar a grande maioria! E, fazendo isso, vai achar que fixou a matéria e está sabendo bem.

                  Porque deve fugir dela?
                  Porque você esquece que, como você demorará a repetir, você irá esquecer a matéria (com o perdão do trocadilho). Além disso, e isto é fundamental, a questão NÃO É PRA FIXAR CONTEÚDO. Resolução de questões tem que ser para aumentar conhecimento. Do mesmo jeito que você lê uma lei, e aumenta seu conhecimento, lê um resumo e aumenta seu conhecimento, você faz a questão e, ao ler os comentários relativos a ela, aumenta seus conhecimentos. Dessa maneira, você deve fazer questões do que VOCÊ NÃO ESTUDOU. E vai errar. E você não deve se importar com o erro. O erro durante o aprendizado é natural e é até interessante que ele ocorra pra você ver o que tem que melhorar. Você só precisa acertar na prova. Dessa maneira, fazendo questões do que você não estudou, você irá aumentar a quantidade de matérias vistas, e consequentemente repetirá mais rapidamente elas, fazendo com que fixe melhor.

                  5ª - NÃO FAZER SIMULADOS OU FAZÊ-LOS APENAS QUANDO BATE O EDITAL
                 
                  Muitas pessoas se negam a fazer simulados afirmando que ainda não conseguiram ler tudo o que tem no edital, e que, fatalmente, cairão questões que elas não estudaram ainda, fazendo com que elas errem. Dessa maneira, só farão os simulados depois de terem batido o edital.
                  Porque é zona de conforto?

Aceite um fato. Você NUNCA irá bater o edital de forma satisfatória. Por mais que você termine todos os temas, sempre terá esquecido de um ou outro, o que fará com que você erre na prova. Ou seja, tanto estudando como não estudando aquele tema, você irá errar uma coisa ou outra. Então não se justifica de forma alguma o seu medo de simulados.

                  Porquê você deve fugir?
                  Ou seja, porque deve fazer simulados. Os simulados têm inúmeras vantagens:
1.              É através deles que você simulará  (com o perdão da redundância) o ambiente de sua prova e perderá um pouco o receio da mesma, além de controlar melhor o tempo.
2.              É através deles que você pegará alguns “bizus” da banca, pois quando você fizer a prova real, terá feito muitas outras provas semelhantes.
3.              É através deles que você verificará suas deficiências e em que matérias deve melhorar.
4.              É através deles que você verá sua evolução ao longo do tempo.
5.              É através deles que você se motivará. Porque estudando da maneira correta, você vai acertar mais questões a cada simulado, e vai enxergar o seu cargo mais perto. Treino é treino, e jogo é jogo, já diria o boleiro. Treine forte, que o jogo se torna mais fácil.

              Bem, é isso. A ADN Concursos espera que você tenha identificado alguns desses problemas, e se sintam a vontade para tirar dúvidas no próprio post ou aqui mesmo no blog.

           Para quem não conhece, a ADN Concursos é uma consultoria especializada na orientação de estudos para concursos públicos. Para mais informações, acesse nosso site ou nos mande um email!

            Site: www.adnconcursos.com.br

         E-mail: sac@adnconcursos.com.br


        Siga-nos e vamos juntos rumo à aprovação!









terça-feira, 15 de março de 2016

A IMPORTÂNCIA DE SABER DEIXAR EM BRANCO (Provas da CESPE)


Meus caros, muito se pergunta sobre se vale a pena deixar questão em branco em Provas CESPE, em que uma questão errada anula uma certa. Eu respondo com toda certeza: VALE!
Vocês não imaginam o tanto de pontos que são perdidos por pessoas que resolvem chutar sem qualquer critério e acabam desperdiçando valiosos pontos que poderiam não perder se deixassem questão em branco. Faço concursos há 8 anos e já vi muita gente boa não passar em concurso porque achou que sabia demais e resolveu marcar todos os itens da prova. É claro que você também não pode deixar a prova toda em branco. E tudo vai depender de como estiver seu nível. Portanto, meu conselho é que você já pratique nos simulados as técnicas de deixar itens em branco para que na hora da prova você já tenha uma estratégia bem delineada pra isso. Para isso, temos uma técnica simples e esperta para você poder utilizar no nosso próximo simulado e se testar!

ESTRATÉGIA PARA DEIXAR EM BRANCO

Faça o seguinte: quando estiver resolvendo o simulado, circule as alternativas que você ficar em dúvida. Mas seja honesto consigo mesmo, circule TODAS que você não tiver certeza da resposta! Após circular, marque o que você chutaria (Certo/Errado) do lado da alternativa. 

No final, você terá, por exemplo, o seguinte cenário: 70 questões marcadas com certeza, e 50 questões que você está em dúvida, circuladas. 

Não se engane, dessas 70 com certeza, você errará uma ou outra, é supernormal nossa cabeça  (ou até mesmo a banca) nos pregar essas peças, mesmo a gente tendo certeza, acaba errando um pouco.

Das 50 restantes, várias você tem um palpite, e outras você não tem nem ideia. De qualquer maneira, o índice de erros será enorme. O que você tem que avaliar é se vale a pena marcar ou não. Então quando conferir o gabarito, veja se, PARA ESSAS QUE VOCÊ CIRCULOU, o índice de erros foi maior que 50%, ou seja, você errou mais que acertou. Se tiver sido, você chegará à conclusão que não vale a pena marcar, porque você terá pontuação negativa. Se tiver sido menor que 50%, você chegará a conclusão que vale a pena marcar, pois terá pontuação positiva.

E assim você pode fazer para testar nos dois simulados que a ADN Concursos ainda disponibilizará gratuitamente para a prova do dia 15 de maio. De acordo com o seu conhecimento, você pode ver um certo número de questões para deixar em branco, de modo a otimizar sua pontuação, além de vários outros cenários. Daí a importância do simulado.


Pode ter certeza que será uma vantagem e tanto perto do seu concorrente. Às vezes, você sabendo menos que ele, poderá ficar na sua frente!

É isso! Continue nos acompanhando e esperem mais dicas valiosas para sua aprovação!

SOBRE A ADN CONCURSOS


Hoje, com a consolidação da internet como o meio mais eficiente de comunicação entre os indivíduos, é muito comum ver fórmulas de como ser aprovado em concurso público. Basta pesquisar um pouco que aparecem pessoas que foram aprovadas em um concurso público, fazem um curso de coaching de um fim de semana, e depois já se intitulam como a salvadores praquelas milhares de pessoas que andam estudando para concursos e não conseguem resultado. Muitos apelam para a memória e programação neuro-linguística, mas poucos indicam que o problema está na forma como se estuda. Bem, eu não sou estudioso da mente humana. Não vou te ensinar aqui como melhorar sua memória. Vou ensinar você a REALIZAR PROVAS OBJETIVAS. Este é nosso objetivo aqui. Não ensinamos a dar aulas sobre qualquer matéria, te ensino a ir preparado e fazer bem uma prova, consequentemente, sendo aprovado. Todas as táticas ensinadas aqui são direcionadas para isso. Se deram certo comigo, podem dar certo com você. Tudo de modo extremamente objetivo, até porque detesto enrolações.


Fundei a ADN Concursos em 09 de dezembro de 2015, e tal foi a rapidez de seu crescimento, que já tivemos que contratar algumas pessoas para auxiliar o desenvolvimento de um projeto que já está dando certo. Começamos a colher resultados bem impactantes, que vocês poderão ver nos testemunhos e aprovações.


ADALBERTO DELGADO NETO

FUNDADOR E CONSULTOR

Eu faço concursos há 8 anos e já fui aprovado em vários, seja nível médio ou superior, tendo logrado minha última e derradeira aprovação no concurso de Procurador da República, meu sonho e considerado o mais difícil do país. Estou disposto a passar o que aprendi nessa caminhada, e acelerar sua aprovação! Vem comigo?